Além disso, já foi empregado no tratamento de doenças para as quais as terapias convencionais têm eficácia limitada, incluindo distúrbios autoimunes e neurológicos, como AVC, fadiga crônica, doença de Parkinson, esclerose múltipla e distrofia muscular, além de doenças hepáticas, doença de Crohn e até câncer.
Lixo hospitalar ou remédio milagroso? Como entender o tráfico de placentas humanas











