Os investigadores também identificaram o uso de diversas contas digitais e bancárias, algumas em nome de pessoas que, segundo a polícia, seriam usadas como “laranjas”. O dinheiro recebido era rapidamente transferido para outras contas, criando um caminho mais complexo para dificultar o rastreamento dos valores.
Golpe de R$ 29 mil leva polícia a grupo suspeito de fraudes em Cuiabá










