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Flamengo: Ex-presidente, Landim revela bastidores da saída de Gabigol


O ex-presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, expôs bastidores da saída de Gabriel Barbosa, o Gabigol, do Flamengo. Em entrevista ao Charla Podcast, Landim relembrou episódios que, segundo ele, pesaram na decisão da diretoria.

Landim explicou que o clube ofereceu um ano de renovação contratual ao atacante em 2024 e reclamou da forma como o jogador anunciou sua saída do clube.

“Fiz uma proposta para ele de renovação por mais um ano. Ele foi um Gabigol até 2022. Em 2023, acho um ano muito ruim dele e 2024 também vinha sendo… ainda teve um problema com o Filipe Luís na final (na Copa do Brasil), um negócio inacreditável no primeiro jogo! No segundo, ele sai no intervalo, o jogo mudou com o Bruno Henrique”, disse.

Na época, em 2024, Gabigol anunciou a saída do Flamengo ainda em campo durante a partida na Copa do Brasil contra o Atlético-MG.

Landim ainda criticou a atitude do jogador após a conquista do título. Segundo ele, o atacante não demonstrou alinhamento com o grupo ao anunciar a saída ainda no gramado e ao não participar de ações comemorativas com o elenco. O dirigente afirmou que o comportamento acabou isolando o atleta internamente.

“Quando você vai contratar um jogador, você não olha para trás, você olha para a frente do que ele é capaz de fazer. O desempenho caiu, imagino que outros fatores fora de campo influenciaram nisso. Eu sou obrigado a analisar o seguinte: qual o resultado ele está dando para o Flamengo? Pelos dois últimos anos, apesar de ser ídolo, não estou convencido”, ponderou.

“Tá ruim, mas tá bom”

Apesar das críticas, o ex-presidente reconheceu a importância de Gabigol na história recente do clube. O atacante ex-Flamengo foi peça fundamental nas conquistas desde 2019, mas, na avaliação de Landim, apresentou queda de desempenho nas últimas temporadas, o que influenciou diretamente na decisão de não estender um contrato mais longo.

“Era um ídolo que pressionava o técnico e eu sentia que em alguns momentos ele não estava bem e os técnicos ficavam acuados, ele era muito grande no clube. Ele acabava entrando no time sem que o técnico tivesse a certeza de que era a melhor solução”.

A relação entre jogador e dirigente permaneceu desgastada até a despedida. No último jogo, houve um cumprimento protocolar durante a entrega de uma homenagem, mas sem maior interação. Gabigol encerrou sua passagem pelo clube como o sexto maior artilheiro da história rubro-negra, com 161 gols e 43 assistências em 308 partidas, além de 13 títulos conquistados, incluindo duas Copas Libertadores e dois Campeonatos Brasileiros.



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