➡️ Um dos principais desafios para acompanhar a doença é que a maioria das infecções não provoca sintomas, o que dificulta identificar todos os casos apenas pela vigilância em humanos, explica Luana Araújo, infectologista, epidemiologista e presidente do Comitê Científico em Saúde Única da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).










