Veja as principais notícias no MODO STORIES
CNN Brasil | Notícias Ao Vivo do Brasil e do Mundo
Messi segue fazendo história. Cristiano Ronaldo, por outro lado, passou mais uma…
Mutirão da Mulher Rural e Família começa na próxima semana com serviços gratuitos em distritos de PVH
Mulheres gerem 19% das propriedades rurais, mas controlam só 8,5% da área
Linha 6-Laranja do Metrô: quando será inaugurada a Estação 14-Bis?
Fim de semana em Porto Velho conta com mais um dia de atrações no Arraiá do Bera
Formadora de atletas, academia em Porto Alegre preserva legado há 78 anos
Microagulhamento caseiro pode causar infecções e novas cicatrizes
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Fábrica de produção de linha chilena é fechada no Rio


Dois homens foram presos e uma fábrica ilegal de produção de linha chilena em Jacarepaguá, na zona sudoeste do Rio, fechada por agentes da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Civil. A linha chilena é proibida em lei estadual de novembro de 2017, por provocar ferimentos graves e até a morte de vários motociclistas. A linha atinge o motociclista normalmente na altura do pescoço e pode levar à morte.

O texto da lei proíbe a comercialização, o uso, porte e a posse da substância constituída de vidro moído e cola, conhecida como cerol, que serve para uma pipa cortar a outra, uma brincadeira tradicional. “A medida proíbe também a linha encerada, preparada com quartzo moído, algodão e óxido de alumínio, conhecida como linha chilena, e de qualquer produto utilizado na prática de soltar pipa que tenha elementos cortantes”.

A operação dessa quinta-feira (7) ocorreu com base no cruzamento de dados e troca de informações de inteligência. A Polícia Civil descobriu a existência de uma fábrica clandestina bem estruturada de linha chilena, que abastecia diversos estados do Brasil. Os agentes flagraram grande quantidade de material ilícito, como linha chilena e utensílios utilizados na produção.

A Polícia Civil ressalta a alta periculosidade da linha chilena, que é feita com materiais cortantes e altamente resistentes, capazes de provocar ferimentos severos, mutilações e até mortes. Além disso, o uso desse material coloca em perigo a rede elétrica e animais, ampliando os danos causados pela prática.

Números

As denúncias de uso e comercialização de linha chilena e cerol no Rio de Janeiro dispararam, com 1.203 casos em 2025, mais que o dobro dos 561 registrados em 2024. Nos três primeiros meses de 2026, já foram contabilizadas 110 denúncias. Motociclistas são as principais vítimas, com casos de morte. Em abril deste ano, o motociclista Leandro Rezende Cardoso, de 45 anos, morreu após ter o pescoço cortado por linha chilena em Cascadura, bairro da zona norte do Rio.




Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News