Veja as principais notícias no MODO STORIES
Esposa de Lito diz que influenciador tem Creutzfeld-Jacob, doença rara que causa perda de movimentos e demência; entenda
Provas do Encceja 2026 serão aplicadas no domingo em todo o país
Beneficiários com NIS de final 4 recebem Bolsa Família de agosto
Veja a Fase Atual e o Calendário Lunar
Mourinho adota tom “paz e amor” em nova passagem pelo Real Madrid
Fungos podem restaurar terras degradadas e combater crise climática
Homem é condenado a 24 anos de prisão por morte de mulher trans
Operador do chefe do tráfico de Mato Grosso é preso em academia no Rio
NOVA MUTUM CLIMA

Executivos mostram cautela sobre plano dos EUA de guiar navios por Ormuz


Executivos do setor de transporte marítimo estão demonstrando cautela em relação ao “Projeto Liberdade”, a operação americana que começou nesta segunda-feira (4) para guiar navios pelo Estreito de Ormuz.

“É preciso que ambos os lados desbloqueiem o Estreito — não apenas um”, disse Bjørn Højgaard, CEO da empresa de gestão de navios Anglo-Eastern. “Qualquer uma das partes pode sinalizar que está disposta a permitir a passagem de certos navios, mas, a menos que a outra parte aceite isso na prática, a realidade não muda substancialmente”, continuou.

“Anúncios são uma coisa — passagem segura e previsível é outra”, destacou.

“O presidente da Comissão Nacional de Segurança do Irã afirmou que tais ações “serão consideradas uma violação do cessar-fogo”. Nessas circunstâncias, devemos ser cautelosos”, apontou Richard Hext, presidente da Associação de Armadores de Hong Kong.

O objetivo declarado da operação americana é “restaurar a liberdade de navegação”.

Em um comunicado, Brad Cooper, do Comando Central dos Estados Unidos, disse que “o apoio a esta missão defensiva é essencial para a segurança regional e para a economia global, enquanto também mantemos o bloqueio naval”. O Projeto envolve destróieres de mísseis guiados, mais de 100 aeronaves baseadas em terra e no mar e 15.000 militares.

Um oficial americano compartilhou com a CNN que a operação para guiar navios pelo Estreito não é uma missão de escolta.

O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou o Projeto como um “gesto humanitário”.

Desde o início da guerra em 28 de fevereiro, centenas de navios e cerca de 20.000 marinheiros estão presos no Golfo. A crise também gerou escassez de alimentos, suprimentos médicos e água a bordo de algumas embarcações, obrigando as tripulações a racionar suprimentos.

Os militares dos Estados Unidos explodiram seis pequenas embarcações do Irã no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (4), depois que o regime iraniano lançou “múltiplos mísseis de cruzeiro, drones e pequenas embarcações” contra navios da Marinha dos EUA e navios comerciais que estavam sendo protegidos pelos militares americanos, segundo o chefe do Comando Central dos EUA, almirante Bradley Cooper, a repórteres.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News