Veja as principais notícias no MODO STORIES
Esposa de Lito diz que influenciador tem Creutzfeld-Jacob, doença rara que causa perda de movimentos e demência; entenda
Provas do Encceja 2026 serão aplicadas no domingo em todo o país
Beneficiários com NIS de final 4 recebem Bolsa Família de agosto
Veja a Fase Atual e o Calendário Lunar
Mourinho adota tom “paz e amor” em nova passagem pelo Real Madrid
Fungos podem restaurar terras degradadas e combater crise climática
Homem é condenado a 24 anos de prisão por morte de mulher trans
Operador do chefe do tráfico de Mato Grosso é preso em academia no Rio
NOVA MUTUM CLIMA

Dormir demais faz mal? Dr. Kalil conversa sobre tempo ideal de sono


A quantidade ideal de sono varia de pessoa para pessoa, mas especialistas recomendam, em média, pelo menos sete horas por noite. Dormir seis horas ainda é considerado razoável, mas abaixo disso os riscos à saúde aumentam significativamente. O tema foi debatido pelo Dr. Roberto Kalil e especialistas em medicina do sono no CNN Sinais Vitais deste sábado (2).

Durante o programa, o pneumologista Geraldo Lorenzi-Filho, diretor do Laboratório do Sono do InCor, destacou que pessoas que dormem pouco têm maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares, hipertensão e obesidade. Já o excesso de sono também representa um alerta.

“Dormir demais é mais ou menos quando você come demais, passa do ponto”, explicou Geraldo. Segundo ele, o organismo possui de três a cinco ciclos de sono, e ultrapassá-los pode gerar uma espécie de inércia, deixando a pessoa mais lenta e cansada ao acordar.

O cardiologista Luciano Drager, da Unidade de Hipertensão do InCor, acrescentou que dormir em excesso pode ser um marcador silencioso de doenças subjacentes. “Dormir demais pode ser um marcador silencioso de alguma doença por trás”, afirmou.

Ele citou transtornos como depressão, ansiedade e a própria apneia do sono como possíveis causas. A ciência, segundo o cardiologista, ainda não compreende completamente o mecanismo, mas os dois extremos — dormir pouco e dormir muito — estão associados a maior risco cardiovascular.

Uma das questões levantadas durante o programa foi sobre pessoas que dormem profundamente, sonham bastante, mas acordam cansadas. Para Geraldo Lorenzi-Filho, esse quadro não é normal.

“Se você acorda cansado, alguma coisa está errada”, afirmou o pneumologista. Ele ressaltou a importância de investigar a rotina completa do paciente e avaliar condições como a apneia do sono, que pode estar fragmentando o descanso noturno sem que a pessoa perceba.

Compensar o sono no fim de semana vale a pena?

A prática de dormir pouco durante a semana e tentar recuperar as horas no fim de semana também foi discutida. Luciano Drager apresentou dados de um estudo realizado com mais de mil pessoas, no âmbito do projeto ELSA Brasil (Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto).

A pesquisa avaliou a tomografia de coronárias dos participantes e repetiu o exame cinco anos depois, medindo objetivamente a duração do sono com um relógio de pulso. Os resultados indicaram que pessoas que dormiam pouco durante a semana, mas estendiam o sono no fim de semana, apresentaram menor incidência de placa de gordura nas artérias ao longo de cinco anos.

“As pessoas que compensavam, no final de cinco anos, a incidência daquela placa de gordura foi menor na pessoa que estendia o sono”, concluiu o cardiologista.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News