O pesquisador francês lembra que alterações do sono, mais frequentes com o envelhecimento, estão associadas a um aumento do risco de doenças neurodegenerativas. “Pessoas que sofrem de distúrbios crônicos do sono, como insônia persistente, apresentam, a longo prazo, maior risco de desenvolver essas patologias. Esse risco não está relacionado a apenas uma doença cerebral, mas a várias.”










