Veja as principais notícias no MODO STORIES
Brasileira causa confusão no “Big Brother” da Argentina; confira
Juíza suspeita de favorecer marido acusado de matar bancária é aposentada pelo TJMT
Mestres e mestras da cultura popular se reúnem em Brasília 
Alunos da EMEB Alino Ferreira de Magalhães emocionam com espetáculo musical na …
Pé-de-Meia: nascidos em setembro e outubro recebem parcela de R$ 200
Shogun, Glover e campeões olímpicos fazem encaradas do Spaten Fight Night 3
Única pista, um nome em carta: estagiária da Polícia Civil reencontra mãe após 33 anos em MT
Santos Dumont opera normalmente, após 13 voos cancelados nesta sexta
NOVA MUTUM CLIMA

Dino cita existência de “atacadistas de emendas” ao condenar deputados


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou nesta terça-feira (17) a existência de “atacadistas de emendas”, que seriam responsáveis pela compra e venda de emendas parlamentares nos estados.

A declaração do ministro foi feita durante o julgamento no qual a Primeira Turma da Corte condenou dois deputados federais do PL e um suplente por corrupção passiva.

Relator dos processos que tratam da transparência nas transferências de emendas, Dino destacou que os parlamentares têm a função de indicar recursos para os estados.

No entanto, segundo o ministro, as indicações passaram a ser comercializadas ilegalmente, principalmente após a pandemia de covid-19, quando os repasses passaram a ser flexibilizados, deixando “sequelas institucionais”.

“O que está em questão é que se criaram autênticos atacadistas de emendas. Nós temos uma rede de varejo, que foi posta tradicionalmente no Brasil, se afirmaram figuras, em vários estados, quiçá, em todos, de atacadistas, que ocupam uma espécie de topo dessa rede, em que emendas são compradas e vendidas”, afirmou.

Julgamento

Por 4 votos a 0, a Primeira Turma formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.

Conforme a acusação, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA) entre janeiro e agosto de 2020.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News