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Diniz se emociona em Itaquera e explica repetições em escalação


Fernando Diniz revelou ter se emocionado ao entrar no estádio de Itaquera para o Dérbi contra o Palmeiras no último fim de semana. Durante coletiva de imprensa após a vitória do Corinthians na Libertadores na última quarta-feira (15/4), o técnico falou sobre sua conexão com a Zona Leste de São Paulo e explicou sua filosofia sobre repetições na escalação do time.

“Eu falei, eu sou um cara oriundo aqui da Zona Leste. Minha vida toda é na Zona Leste. Então, eu tenho 52 anos de idade, 52 anos de Zona Leste, de periferia”, disse Diniz, que completou: “Eu confesso que no jogo do Palmeiras, quando eu entrei no estágio daquele jeito, eu fiquei emocionado antes de começar o jogo. É muito bom estar aqui”.

Filosofia sobre repetições na escalação

Questionado sobre ter repetido a escalação do Corinthians em três partidas seguidas – algo que não acontecia desde 2021 -, Diniz explicou sua visão particular sobre a gestão física dos atletas. “Eu tenho um tipo de pensamento em relação a isso, diferente eu acho da maioria. Eu respeito muito os dados fisiológicos, mas o jogador não é só um monte de osso e de músculo”, afirmou.

O técnico defende que existem fatores além dos físicos que influenciam no rendimento dos jogadores: “Tem outras coisas que são, muitas vezes, até mais importantes. A maneira como os jogadores se conectam, a vontade de jogar, o momento que eles vivem”. Ele confirmou que, se não houvesse jogadores suspensos para o próximo jogo contra o Vitória, repetiria a escalação pela quarta vez consecutiva.

“O medo, a coragem, a alegria, o entusiasmo, essas coisas não têm mensuração. E, sinceramente, essas coisas são o que mais me interessam”, declarou Diniz, ressaltando a importância dos aspectos emocionais e mentais no futebol. Para ele, a conexão com os jogadores e o entendimento do momento de cada atleta são fundamentais para a tomada de decisões.

“É uma coisa, para mim, tem a parte que mede e a parte que sente. E eu acho que o futebol e a vida, para mim, é uma coisa mais de sentido que de medir”, concluiu o técnico, explicando que jamais despreza os dados biológicos, mas integra outros componentes para tomar as melhores decisões na escalação do time.

 



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