Veja as principais notícias no MODO STORIES
Morre idosa que foi despejada e se tornou símbolo dos protestos na Espanha
Flávio Bolsonaro recebe apoio de partidos e fala em mudar Constituição
STF deve julgar revisão da condenação de Bolsonaro após eleições
Ossada é encontrada e quatro são presos em operação que investiga homem desaparecido em MT
Juro se combate com contas em ordem, diz Kayath à CNN
Deputado de MT defende Eduarda Campopiano e diz que filha dele ‘não foi assassinada por ser mulher’
Melhor investimento em saúde pode evitar 739 mil mortes no Brasil
MPSP denuncia bombeiro militar suspeito de matar estudante de medicina
NOVA MUTUM CLIMA

Demanda por proteínas aquece mercado de ração no Brasil


Produção de ração no Brasil cresceu 2,8%, em 2025, atingindo 89,9 milhões de toneladas, o que representou alta de 2,8% em relação ao ano anterior. O país aparece como terceiro maior produtor mundial atrás da China e dos Estados Unidos. 

O índice de crescimento brasileiro ficou próximo a média global de 2,9%. Segundo relatório anual Agri-Food Outlook 2026, divulgado pela Alltech, foram produzidas 1,4 bilhão de toneladas de ração no mundo ao longo de 2025, sendo os 10 maiores produtores globais foram responsáveis por 65,2% do total. A pesquisa anual é feita em 142 países e 38.837 fábricas de ração. 

A China aparece em primeiro lugar, com 330,063 milhões de toneladas e alta de 4,8% em 2025.

Nos Estados Unidos foi registrada retração de 0,8%, com 267,383 milhões de toneladas produzidas.  

O Brasil aparece em terceiro lugar e na sequência vem a Índia com produção de 57,729 milhões de toneladas, alta de 4,5% na produção em 2025. 

Os dados da 15ª edição da pesquisa indicam que a expansão da indústria de rações no Brasil é impulsionada pelo crescimento das exportações e também pela demanda crescente por proteínas de qualidade, uma tendência mundial. Todas as atividades agropecuárias no Brasil registraram aumento na demanda.  

– Aquicultura: foi o setor onde a demanda por ração registou o maior incremento, de 8,9%. A alta reflete o avanço na produção de peixes cultivados no Brasil como, por exemplo, a tilápia. O aumento dos preços da carne bovina e suína no varejo também aumentou a competitividade dos peixes cultivados no mercado interno.

– Bovinos de corte: a produção de ração subiu 7,1% apoiada por margens melhores para o confinamento e custos mais baixos da ração. Além disso, a procura por animais mais jovens e bem acabados para o abate, como a China que exige animais com menos de 30 meses, incentiva a terminação intensiva com uso de ração na reta final da criação.

– Bovinos de leite: o volume no uso de ração avançou 2,8% apoiado por um aumento de 10% na aquisição de leite cru e preços mais estáveis para o produtor, no último trimestre do ano, incentivando a expansão do rebanho. 

– Frangos de corte: a ração aumentou 2,7% com a produção atingindo níveis recordes, sustentada pelo consumo doméstico robusto, de 47,8 quilos de frango per capita/ ano, e pelas exportações estáveis, apesar das interrupções comerciais relacionadas à gripe aviária.  

– Suínos: a demanda expandiu 1,9% acompanhando volumes maiores de abates e crescimento das exportações.  

Ainda de acordo com a pesquisa também houve incremento na produção brasileira de ração para aves de postura (2,4%), pets (0,7%) e equinos (0,3%).  

O levantamento serve de termômetro para o setor, destacando as principais tendências entre setores produtivos, desafios regionais e oportunidades de crescimento. 

 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News