Em pequenas casas, muitas vezes formadas por um único cômodo e sem fogão, famílias em Angola acendem fogareiros no chão para cozinhar e fazem fogo dentro das residências para se aquecer. As crianças ficam próximas às chamas e acidentes são frequentes. Quando uma queimadura acontece, a dificuldade de acesso ao atendimento especializado pode fazer com que uma lesão, que poderia ser tratada, evolua para uma sequela grave, capaz de impedir uma criança de abrir a boca, movimentar o pescoço, levantar os braços ou até vestir uma blusa.
Crianças queimadas em Angola: médicos brasileiros fazem cirurgias










