A Polícia Federal identificou indícios de que madeireiras de Goiás e Minas Gerais atuavam de forma coordenada na negociação, no custeio do transporte e na comercialização da madeira. Segundo os investigadores, o grupo teria utilizado créditos florestais sem correspondência com a quantidade de madeira efetivamente disponível. Esse tipo de prática pode dificultar a fiscalização e dar aparência de regularidade à circulação de produtos florestais.

