No dia seguinte à cirurgia, a motorista de carreta Patrícia Natali Lopes Nicoleti, de 39 anos, mediu a glicose e viu o número 71 no aparelho. Havia seis anos que aplicava insulina —em alguns períodos, até sete vezes por dia— sem conseguir controlar a taxa de açúcar no sangue. “Parecia que eu estava sonhando”, lembra. Segundo ela, desde aquela manhã a glicose nunca mais passou de 100.
Cirurgia ‘gêmea’ da bariátrica trata diabetes tipo 2 e controla a doença em até 89% dos casos











