Veja as principais notícias no MODO STORIES
Vereador condenado por racismo em MT tem mandato extinto pela Justiça
Terremoto na Venezuela: entenda as chances de sobrevivência dias após o desastre
“Auxílios estudantis que recebo aqui são fundamentais para conseguir estudar longe de casa”, afirma estudante da Unemat
Governo de SP diz que ação policial armada em escola seguiu protocolo
Infra S.A. abre consulta para concessão de terminais da Ferrovia Norte-Sul
São Paulo tem três novos casos de sarampo confirmados em bebês
Paixão pelo futebol expõe população à publicidade de bets, alerta Idec
Contrabandista é presa com cerca de 99 mil cigarros ilegais em MT
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Caso Ypê: Risco de infecção é maior para imunossuprimidos, diz médico


A suspeita de contaminação microbiológica em um lote de produtos da marca Ypê gerou preocupação entre consumidores. A Anvisa recomendou a suspensão da fabricação após inspeções em fábricas localizadas em São Paulo e em Amparo, no interior paulista, mas a empresa conseguiu reverter a decisão. Em entrevista à CNN, Sérgio Graff, mestre em Toxicologia pela Universidade de São Paulo, afirmou que o risco de infecção é maior para imunossuprimidos.

Segundo a Anvisa, foram encontradas irregularidades que comprometem o sistema de controle de qualidade e garantia sanitária, falhas que podem levar à contaminação microbiológica dos produtos.

Graff explicou como pode ocorrer uma eventual contaminação. Segundo ele, a bactéria envolvida vive em ambientes úmidos e em líquidos. “Ela tá no ralo da pia, no ralo do banheiro, no vaso sanitário, no esgoto, enfim, onde tiver água ela tá”, afirmou Graff. “E assim se dá a fonte de contaminação”, completou.

Para a maioria das pessoas, no entanto, o risco é considerado baixo. De acordo com Graff, o perigo de infecção por essa bactéria oportunista “para pessoas com boa saúde, que estão bem, praticamente não existe”.

O especialista destacou que os grupos que devem ficar mais atentos são aqueles com doenças capazes de suprimir o sistema imunológico, como diabetes descompensado, tuberculose, alguns tipos de câncer e carcinomas, além de pessoas que fazem uso de imunossupressores, como pacientes que realizaram transplantes. “Essas pessoas não é que elas vão ter infecção, mas elas são mais sugestionáveis”, pontuou.

O que fazer com os produtos do lote suspenso

Graff também orientou os consumidores que já fizeram uso dos produtos pertencentes aos lotes alvo da suspensão da Anvisa. O médico ressaltou que não há motivo para pânico. “Não tem que ter pânico, porém não é para sair bebendo detergente, nem sabão”, alertou. A principal recomendação é interromper imediatamente o uso do produto caso ele pertença ao lote identificado.

Para quem já utilizou o produto anteriormente, Graff foi direto: “Você não teve infecção, não vai mais ter.” A orientação é guardar o produto, suspender o uso e, em alguns dias, entrar em contato com a empresa para trocar ou devolver o item. “O importante é não ter pânico, não desesperar, parar de usar”, concluiu o especialista.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News