Veja as principais notícias no MODO STORIES
CBF adota cautela com lesão de Neymar e jogador passará por novos exames
NA SELEÇÃO!  Artur quer participar do próximo ciclo da Copa do Mundo.
Em meio a protestos, Bolívia revoga lei que limitava estado de exceção
Funcionários da Samsung aprovam bônus milionário para evitar greve
C.Vale compra duas unidades em Mato Grosso e amplia capacidade para 110 mil toneladas – O Presente Rural
Prévia da inflação varia 0,62%, influenciada por alimentação e bebidas
Mina the Hollower é novo clássico instantâneo que deixaria Shovel Knight orgulhoso
Redes sociais ampliam desinformação sobre saúde mental, aponta estudo
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Caso Master: Perito detalha como a PF acessa celulares bloqueados


A PF (Polícia Federal) utiliza diversas ferramentas tecnológicas que permitem acessar dados de celulares de investigados, mesmo quando estes estão protegidos por senha, desligados ou bloqueados. Em entrevista ao CNN Prime Time, o perito em crimes digitais Wanderson Castilho explicou como funciona esse processo de extração de dados, que tem sido utilizado em casos como o do Master.

Segundo Castilho, no Brasil, apenas a PF, Polícia Civil e o Ministério Público têm autorização para utilizar softwares especializados em quebra de senhas e extração de dados. Os programas utilizados realizam tentativas sistemáticas para descobrir senhas ou exploram vulnerabilidades nos dispositivos.

Como funciona a quebra de segurança

O especialista explicou que existem basicamente duas formas de quebrar a segurança de um celular. “Quando o celular está ligado e já foi colocado a senha e depois bloqueado, isso torna a identificação das senhas mais fáceis, que está na memória”, detalhou. A segunda forma, mais complexa, ocorre quando o equipamento está desligado e precisa ser ligado novamente sem a inserção da senha.

Wanderson Castilho também esclareceu um ponto importante sobre a criptografia de mensagens. Embora aplicativos como WhatsApp garantam que as comunicações são criptografadas durante a transmissão, quando a mensagem chega ao dispositivo do destinatário, ela é descriptografada. “Se eu tenho a possibilidade de encontrar a sua senha de alguma forma, alguma técnica, eu vou encontrar aquelas mensagens descriptografadas”, explicou o perito.

Recuperação de mensagens e fotos apagadas

Um aspecto relevante abordado na entrevista foi a possibilidade de recuperação de mensagens apagadas. De acordo com o especialista, mensagens convencionais que foram excluídas podem ser recuperadas pelos softwares forenses. No entanto, mensagens enviadas com a função de “visualização única” não são recuperáveis, pois ficam armazenadas no servidor da Meta, empresa proprietária do WhatsApp.

O perito também comentou sobre uma técnica utilizada por investigados: tirar prints de conversas em bloco de notas e enviar como visualização única. Neste caso, embora a mensagem original não possa ser recuperada, o print pode ser encontrado no dispositivo, mesmo após ser apagado. “Quando você tira um print, se torna uma foto, e evenmente você apagando, a ferramenta tem possibilidade de recuperar esta foto apagada”, afirmou.

Questionado sobre a rastreabilidade das mensagens, Castilho foi categórico: “A rastreabilidade da mensagem é totalmente possível. A partir do momento que eu tenho equipamento, eu tenho ele desbloqueado, eu consigo saber exatamente para qual remetente e destinatário foi trocado essas mensagens, para qualquer tipo de anexo, se foi áudio, se foi foto e qual momento, qual horário, isso tudo, sim, é rastreado”.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News