Cartas enviadas por presos a missionária Rhavenna Barcelos, em Mato Grosso, são apontadas pelo Ministério Público Estadual como um dos elementos que mostram a relação de confiança entre ela e detentos ligados ao Comando Vermelho. Segundo a denúncia apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), três correspondências foram encontradas nas extrações de dados e mostram presos identificados como Júlio, Júnior e Escobar chamando Orminda Carlos de Barcelos de “mãe” e fazendo pedidos para que ela guardasse valores e levasse itens para dentro da penitenciária.
Cartas à mão revelam confiança de missionária com criminosos em MT










