No caso de Raoni, a lesão foi identificada em junho por uma endoscopia digestiva, mas a coleta de tecido foi evitada naquele momento pelo risco de sangramento. A confirmação veio depois: após a cirurgia, o exame anatomopatológico analisou o tecido do tumor e concluiu tratar-se de um adenocarcinoma. Esse exame identifica o tipo de célula que originou o câncer —no caso, uma célula glandular—, mas não aponta, sozinho, em qual órgão a doença começou.
Câncer do cacique Raoni: entenda o tumor e por que médicos descartaram tratamento com intenção de cura










