Ou seja, nosso estudo não é o primeiro no mundo, associando a p53 com câncer do endométrio, mas é o primeiro em uma população brasileira que recebeu assistência pública em um período de 15 anos. E isso é importante para a literatura internacional. Além disso, outro dado relevante que descrevemos foi o uso de uma técnica relativamente simples e acessível, como a imuno-histoquímica para pesquisa da p53. A inclusão de diferentes tipos de câncer de endométrio de alto grau, e não apenas do carcinoma seroso também pode ser considerado um diferencial.
Câncer de endométrio: estudo do INCA identifica marcador ligado ao risco de recorrência










