“O estupro coletivo, muitas vezes, envolve dinâmicas de poder e de afirmação de masculinidade dentro de grupos. Por isso, o enfrentamento a este tipo de crime exige não apenas punição, mas, também, mudanças culturais profundas, que reduzam a tolerância social à violência sexual”, diz Celeste Leite dos Santos, promotora de Justiça em Último Grau do Colégio Recursal do Ministério Público (MP) de São Paulo e presidente do Instituto Brasileiro de Atenção Integral à Vítima (Pró-Vítima).

