As 21 cidades devem estar operacionais até o fim deste ano. Parte delas (Sinop, Sorriso, Rondonópolis, Rio Verde e Toledo) já vinha sendo testada em caráter de piloto. A lista também inclui Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Tangará da Serra, Cáceres e Alta Floresta, em Mato Grosso; Araçatuba, em São Paulo; Patos de Minas, Governador Valadares, Araxá e Passos, em Minas Gerais; Guarapuava, no Paraná; Passo Fundo e Santa Maria, no Rio Grande do Sul; Içara e Criciúma, em Santa Catarina; e Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul.
Segundo Danilo Mansano, vice-presidente da Keeta no Brasil, a leva de 21 cidades já havia sido preparada internamente e foi destravada após a decisão do TJ-SP. “Esse é só o início do que a gente se propõe a fazer aqui no Brasil, de ser uma plataforma efetivamente nacional e não uma empresa que opera em alguns poucos polos”, afirmou ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
Interior primeiro
O mapa escolhido pela Keeta foge do roteiro mais óbvio de expansão de uma plataforma de delivery. Em vez de mirar primeiro novas capitais, a empresa aposta em cidades médias do interior e transforma esses mercados em laboratório para o avanço nacional.
Mato Grosso concentra oito das 21 novas operações. Sinop, primeira cidade escolhida para os testes fora do eixo paulista, reúne parte das características que a companhia quer entender antes de ganhar escala: área urbana espalhada, menor densidade e forte geração de renda ligada ao agronegócio.
“É uma cidade rica por conta do agro, mas com uma área de cobertura bem dispersa. Ela reflete um pouco o que seria a densidade demográfica de muitas outras cidades do interior”, afirmou Mansano.










