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Após negar ir à CPMI do INSS, Vorcaro é esperado em comissão do Senado


Após desistir de comparecer para depor na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, ainda avalia ser ouvido pelo grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

O colegiado, comandado pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL), acompanha os desdobramentos das investigações da fraude financeira envolvendo o banco e prevê a oitiva de Vorcaro na próxima terça-feira (24).

O empresário seria ouvido na CPMI na segunda-feira (23), mas descartou comparecer após uma decisão do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que tornou facultativa a sua presença.

A determinação de Mendonça estabeleceu que, mesmo tendo sido convocado, o banqueiro não é obrigado a comparecer à comissão de inquérito com base no direito à não autoincriminação.

O ministro também negou um pedido feito pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI, para que o banqueiro fosse ao Congresso em um jato particular. Ele poderia se deslocar em um voo comercial de carreira ou em uma aeronave da Polícia Federal.

Como a CNN Brasil mostrou, Vorcaro optou por evitar a sua exposição política e desistiu da oitiva. Ele seria ouvido sobre o envolvimento do Banco Master no escândalo de descontos a aposentadorias e pensões, em especial sobre irregularidades em empréstimos consignados.

Vorcaro cumpre medidas cautelares com uso de tornozeleira eletrônica desde novembro do ano passado, após ter ficado preso por cerca de dez dias.

Grupo de trabalho

Além do depoimento de Vorcaro, o grupo de trabalho também tem previsto para esta semana reunião com o ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Vinicius de Carvalho.

Antes, integrantes do colegiado também tiveram reuniões com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

O grupo iniciou os trabalhos no começo de fevereiro e almeja ter acesso a informações até então obtidas nas investigações, além de possíveis quebras de sigilo.



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