“A boa notícia é que sim, estamos avançando em termos de novos conhecimentos. Agora, fato é de transformar isso numa prática disseminada e institucionalizada vai depender de muitos aspectos que não estão ainda disponíveis para avaliar. Há muito tempo se vem falando nessa estratégia de tratar pacientes com esse modelo de vacina. E, obviamente, se eu tenho algum dado que mostrou um aumento de sobrevida global, ele tem que ser olhado com atenção”, explica.










