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Academia de Liderança da Aprosoja MT conhece tecnologias e homenageia Embrapa
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Academia de Liderança da Aprosoja MT conhece tecnologias e homenageia Embrapa


Participantes do terceiro módulo da Academia de Liderança da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT) conheceram, na Embrapa Cerrados (DF), pesquisas e tecnologias desenvolvidas pela Unidade durante visita no dia 14 de maio. Estiveram presentes 30 associados e delegados eleitos por produtores rurais de 18 dos 35 núcleos regionais da entidade, bem como integrantes da equipe de apoio. Além de assistirem a palestras, os acadêmicos relataram os desafios em suas regiões e prestaram uma homenagem à Embrapa. Estruturado em nove módulos, o projeto Academia de Liderança busca formar lideranças para o agro mato-grossense. O terceiro módulo tem como como tema as relações técnicas e governamentais e busca proporcionar ao acadêmico a vivência, na prática, do funcionamento das estruturas públicas e institucionais e das políticas governamentais que influenciam diretamente a vida dos produtores rurais e o ambiente de negócios do agronegócio brasileiro. Além da Embrapa Cerrados, o módulo conta com visitas à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, ao Congresso Nacional, à Aprosoja Brasil e à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Os acadêmicos foram recebidos no auditório Roberto Aduan pelo chefe-geral Jorge Werneck, que lembrou que até a década de 1970 o Brasil importava cerca de 30% dos alimentos que consumia, e atualmente produz três vezes o que é consumido, além de exportar para cerca de 190 países. “E o estado de vocês é um dos grandes contribuidores para que isso aconteça”, disse, parabenizando a Aprosoja MT pela iniciativa da de formar novas lideranças. Ao lembrar a temática do terceiro módulo do projeto, Werneck lembrou o papel da Embrapa de fornecer subsídios para a elaboração de políticas públicas. Ele destacou que a Embrapa Cerrados conta com mais de 200 ativos tecnológicos disponíveis para transferência, citando importantes soluções desenvolvidas no centro de pesquisa, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e a seleção das estirpes de rizóbios para a Fixação de Nitrogênio na cultura da soja, que promovem economia média anual de US$ 17 bilhões anuais em fertilizantes nitrogenados. “Esta unidade é o principal símbolo da transformação do Brasil de importador a exportador de alimentos, símbolo de soberania nacional por meio da segurança alimentar. Obviamente, fizemos isso junto com diversos parceiros nacionais e mundiais”, afirmou, acrescentando que a Unidade está em processo de transformação em centro internacional de referência em agricultura tropical para as savanas. “Estamos sempre abertos para parcerias, para trocar conhecimentos e experiências com produtores e com organismos de estado e de ciência e tecnologia do Brasil e do mundo”. Werneck ainda fez uma breve apresentação institucional da Unidade, apontando as principais linhas temáticas de pesquisa e a diversidade de experimentos conduzidos nos campos experimentais. Acadêmicos falam da importância da Embrapa em MT Os acadêmicos fizeram uma rápida apresentação individual, relatando a altitude e as características do solo e do clima da região de suas propriedades rurais em Mato Grosso, estado de grande diversidade climática e de solos. Eles também apontaram os principais desafios e dificuldades para os sistemas produtivos, as tecnologias da Embrapa que adotam na fazenda e as demandas para estudos e pesquisas. Muitos ainda enalteceram as contribuições da empresa de pesquisa à agricultura do estado. “O trabalho de vocês é extremamente importante e essencial para nós que estamos começando numa região nova e para outros que estão iniciando a agricultura em novas fronteiras”, disse Yuri Cervo, delegado da região do Vale do Guaporé. Darlan Anese, de São José do Rio Claro, região de solos arenosos, manifestou gratidão à Embrapa: “Graças aos conhecimentos que vocês nos trouxeram em integração de milho e braquiária, estamos conseguindo manter o nosso potencial produtivo naquelas areias”, comentou. Para o consultor jurídico da Aprosoja Anaximandro Almeida, que está acompanhando a Academia de Liderança, a Embrapa e outras instituições de pesquisa são fontes de informações que podem ser utilizadas na defesa dos produtores. “Dependendo da leitura que a pesquisa e a tecnologia façam, utilizamos também como argumento na defesa em geral dos produtores rurais e da produção”, afirmou. Colega de Almeida na instituição, o assessor de relações institucionais e governamentais parabenizou a Empresa: “A Embrapa é um exemplo do que a pesquisa séria e dedicada pode gerar para o desenvolvimento de um país. É um modelo de sucesso que o Brasil exporta”. Produtora em Lucas do Rio Verde, Simone Bottan falou do desafio atual de produzir grãos e algodão na porção com solos arenosos das áreas da família e narrou a trajetória do pai, que chegou à região na década de 1970. “O povo nativo mato-grossense falava ‘não planta soja que aqui não dá não, vai perder’. Estar aqui na Embrapa, com tudo o que a gente evoluiu na agricultura, para mim é muito importante porque vivi esse caminho do meu pai ali. Cada coisa nova que surgia, a gente ia testando, ia tentando. A gente só tem que valorizar e batalhar para que a Embrapa continue nos auxiliando no campo”, declarou. Ilena Bortoluzzi, produtora de Nova Mutum, relatou que o plantio de milho consorciado com a braquiária promoveu a melhoria da qualidade do solo arenoso da fazenda. “Graças aos estudos da Embrapa, hoje temos semente muito boa, que produz na areia também”, acrescentou. “A Embrapa é um guardião da agricultura brasileira, diante dos players que temos fora do mercado, da concorrência desleal, da agressividade da parte comercial da cadeira produtiva”, elogiou Rafael Krzyzanski, produtor de grãos em Sorriso. Os principais desafios na propriedade de Bruna dos Santos, de Tapurah, são os nematoides e a podridão dos grãos de soja, além da dificuldade de acertar a aplicação de fungicidas em solos mistos. “As pesquisas são muito importantes para fazermos o manejo de forma correta, visto que há muitos produtos no mercado e às vezes ficamos insatisfeitos”, comentou. Já Adriano da Circuncizão, da região do Vale do Teles Pires, no extremo-Norte do estado, desenvolve sistemas de Integração Lavoura-Pecuária e teve problemas com a síndrome da morte súbita do capim, sobretudo da braquiária. “Inserimos variedades que a Embrapa desenvolveu para nossa região. Isso foi muito importante para nós, porque a lavoura se deu justamente pela morte súbita do capim. O pessoal começou a plantar arroz e fazer milho em seguida para reformar a pastagem. E depois veio a soja. Hoje somos considerados a maior fronteira agrícola da região”. O produtor e engenheiro agrônomo Paulo Adriano Cervo, do Vale do Guaporé, destacou a importância da tecnologia da Fixação Biológica de Nitrogênio na soja. “Se tivéssemos que usar todo o nitrogênio que a soja precisa pra produzir, o Brasil provavelmente não plantaria soja e não estaríamos aqui hoje. Esse foi um avanço muito importante e definitivo”, ressaltou, apontando a persistência de outros desafios, como a dependência externa de insumos como o fósforo. “Esperamos que vocês continuem trabalhando muito para que possamos nos perpetuar”, disse. Homenagem à Embrapa Antes das apresentações dos pesquisadores da Unidade, Jorge Werneck recebeu, em nome da Embrapa, uma placa de agradecimento. “Gostaríamos de entregar essa homenagem por toda a contribuição que vocês deram, desde nossos pais e avós, à agricultura brasileira. Foi graças à Embrapa que conseguimos transformar os solos do Cerrado, que eram pobres e ácidos, em uma área extremamente produtiva e hoje conhecida no mundo. E também por abrir as portas para conhecermos toda a estrutura de vocês”, agradeceu Maycon da Silva, associado de Itanhangá, que entregou a homenagem junto com Ilena Bortoluzzi. “Nós é que agradecemos. Se não fossem vocês, nosso trabalho não serviria para nada. A coragem que vocês e todas as gerações atrás tiveram de comprar a ideia e aceitar o novo fez com que o Brasil se desenvolvesse”, respondeu Werneck, saudando à Aprosoja pela histórica parceria com a Embrapa. “E parabéns por continuarem mostrando conhecimento no campo técnico, científico, jurídico, administrativo e climático para que possam desenvolver o seu trabalho de maneira adequada. Estamos aqui para ajudar, somar e servir”, finalizou. Os participantes da Academia de Liderança assistiram a palestras sobre a tecnologia Bioanálise de Solo (BioAS) para diagnóstico de saúde dos solos do Brasil, apresentada pela pesquisadora Ieda Mendes; e perspectivas da pesquisa da soja no cenário da agropecuária do Cerrado, proferida pelos pesquisadores André Ferreira e Sebastião Pedro. Nos campos experimentais da Unidade, foram apresentados os temas Integração Lavoura-Pecuária-Floresta pelos pesquisadores Lourival Vilela, Karina Pulrolnik, Kleberson de Souza, Robélio Marchão e Roberto Guimarães Junior; mitigação de gases de efeito estufa em sistemas agrícolas com uso de plantas de cobertura, pela pesquisadora Arminda de Carvalho; trigo no Cerrado, pelos pesquisadores Jorge Chagas, da Embrapa Trigo, e Júlio Albrecht. A última apresentação foi da pesquisadora Maria Emília Alves, que falou sobre a Unidade de Referência de Manejo de Água (URMA II).

Participantes do terceiro módulo da Academia de Liderança da Associação  dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja MT) conheceram, na Embrapa Cerrados (DF), pesquisas e tecnologias desenvolvidas pela Unidade durante visita no dia 14 de maio. Estiveram presentes 30 associados e delegados eleitos por produtores rurais de 18 dos 35 núcleos regionais da entidade, bem como integrantes da equipe de apoio. Além de assistirem a palestras, os acadêmicos relataram os desafios em suas regiões e prestaram uma homenagem à Embrapa.

Estruturado em nove módulos, o projeto Academia de Liderança busca formar lideranças para o agro mato-grossense. O terceiro módulo tem como como tema as relações técnicas e governamentais e busca proporcionar ao acadêmico a vivência, na prática, do funcionamento das estruturas públicas e institucionais e das políticas governamentais que influenciam diretamente a vida dos produtores rurais e o ambiente de negócios do agronegócio brasileiro. Além da Embrapa Cerrados, o módulo conta com visitas à Assembleia Legislativa de Mato Grosso, ao Congresso Nacional, à Aprosoja Brasil e à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Os acadêmicos foram recebidos no auditório Roberto Aduan pelo chefe-geral Jorge Werneck, que lembrou que até a década de 1970 o Brasil importava cerca de 30% dos alimentos que consumia, e atualmente produz três vezes o que é consumido, além de exportar para cerca de 190 países. “E o estado de vocês é um dos grandes contribuidores para que isso aconteça”, disse, parabenizando a Aprosoja MT pela iniciativa da de formar novas lideranças. Ao lembrar a temática do terceiro módulo do projeto, Werneck lembrou o papel da Embrapa de fornecer subsídios para a elaboração de políticas públicas.

Ele destacou que a Embrapa Cerrados conta com mais de 200 ativos tecnológicos disponíveis para transferência, citando importantes soluções desenvolvidas no centro de pesquisa, como o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e a seleção das estirpes de rizóbios para a Fixação de Nitrogênio na cultura da soja, que promovem economia média anual de US$ 17 bilhões anuais em fertilizantes nitrogenados.

“Esta unidade é o principal símbolo da transformação do Brasil de importador a exportador de alimentos, símbolo de soberania nacional por meio da segurança alimentar. Obviamente, fizemos isso junto com diversos parceiros nacionais e mundiais”, afirmou, acrescentando que a Unidade está em processo de transformação em centro internacional de referência em agricultura tropical para as savanas. “Estamos sempre abertos para parcerias, para trocar conhecimentos e experiências com produtores e com organismos de estado e de ciência e tecnologia do Brasil e do mundo”. Werneck ainda fez uma breve apresentação institucional da Unidade, apontando as principais linhas temáticas de pesquisa e a diversidade de experimentos conduzidos nos campos experimentais.

Acadêmicos falam da importância da Embrapa em MT

Os acadêmicos fizeram uma rápida apresentação individual, relatando a altitude e as características do solo e do clima da região de suas propriedades rurais em Mato Grosso, estado de grande diversidade climática e de solos. Eles também apontaram os principais desafios e dificuldades para os sistemas produtivos, as tecnologias da Embrapa que adotam na fazenda e as demandas para estudos e pesquisas.

Muitos ainda enalteceram as contribuições da empresa de pesquisa à agricultura do estado. “O trabalho de vocês é extremamente importante e essencial para nós que estamos começando numa região nova e para outros que estão iniciando a agricultura em novas fronteiras”, disse Yuri Cervo, delegado da região do Vale do Guaporé. Darlan Anese, de São José do Rio Claro, região de solos arenosos, manifestou gratidão à Embrapa: “Graças aos conhecimentos que vocês nos trouxeram em integração de milho e braquiária, estamos conseguindo manter o nosso potencial produtivo naquelas areias”, comentou.

Para o consultor jurídico da Aprosoja Anaximandro Almeida, que está acompanhando a Academia de Liderança, a Embrapa e outras instituições de pesquisa são fontes de informações que podem ser utilizadas na defesa dos produtores. “Dependendo da leitura que a pesquisa e a tecnologia façam, utilizamos também como argumento na defesa em geral dos produtores rurais e da produção”, afirmou. Colega de Almeida na instituição, o assessor de relações institucionais e governamentais parabenizou a Empresa: “A Embrapa é um exemplo do que a pesquisa séria e dedicada pode gerar para o desenvolvimento de um país. É um modelo de sucesso que o Brasil exporta”.

Produtora em Lucas do Rio Verde, Simone Bottan falou do desafio atual de produzir grãos e algodão na porção com solos arenosos das áreas da família e narrou a trajetória do pai, que chegou à região na década de 1970. “O povo nativo mato-grossense falava ‘não planta soja que aqui não dá não, vai perder’. Estar aqui na Embrapa, com tudo o que a gente evoluiu na agricultura, para mim é muito importante porque vivi esse caminho do meu pai ali. Cada coisa nova que surgia, a gente ia testando, ia tentando. A gente só tem que valorizar e batalhar para que a Embrapa continue nos auxiliando no campo”, declarou.

Ilena Bortoluzzi, produtora de Nova Mutum, relatou que o plantio de milho consorciado com a braquiária promoveu a melhoria da qualidade do solo arenoso da fazenda. “Graças aos estudos da Embrapa, hoje temos semente muito boa, que produz na areia também”, acrescentou. “A Embrapa é um guardião da agricultura brasileira, diante dos players que temos fora do mercado, da concorrência desleal, da agressividade da parte comercial da cadeira produtiva”, elogiou Rafael Krzyzanski, produtor de grãos em Sorriso.

Os principais desafios na propriedade de Bruna dos Santos, de Tapurah, são os nematoides e a podridão dos grãos de soja, além da dificuldade de acertar a aplicação de fungicidas em solos mistos. “As pesquisas são muito importantes para fazermos o manejo de forma correta, visto que há muitos produtos no mercado e às vezes ficamos insatisfeitos”, comentou.

Já Adriano da Circuncizão, da região do Vale do Teles Pires, no extremo-Norte do estado, desenvolve sistemas de Integração Lavoura-Pecuária e teve problemas com a síndrome da morte súbita do capim, sobretudo da braquiária. “Inserimos variedades que a Embrapa desenvolveu para nossa região. Isso foi muito importante para nós, porque a lavoura se deu justamente pela morte súbita do capim. O pessoal começou a plantar arroz e fazer milho em seguida para reformar a pastagem. E depois veio a soja. Hoje somos considerados a maior fronteira agrícola da região”.

O produtor e engenheiro agrônomo Paulo Adriano Cervo, do Vale do Guaporé, destacou a importância da tecnologia da Fixação Biológica de Nitrogênio na soja. “Se tivéssemos que usar todo o nitrogênio que a soja precisa pra produzir, o Brasil provavelmente não plantaria soja e não estaríamos aqui hoje. Esse foi um avanço muito importante e definitivo”, ressaltou, apontando a persistência de outros desafios, como a dependência externa de insumos como o fósforo. “Esperamos que vocês continuem trabalhando muito para que possamos nos perpetuar”, disse.

Homenagem à Embrapa

Antes das apresentações dos pesquisadores da Unidade, Jorge Werneck recebeu, em nome da Embrapa, uma placa de agradecimento. “Gostaríamos de entregar essa homenagem por toda a contribuição que vocês deram, desde nossos pais e avós, à agricultura brasileira. Foi graças à Embrapa que conseguimos transformar os solos do Cerrado, que eram pobres e ácidos, em uma área extremamente produtiva e hoje conhecida no mundo. E também por abrir as portas para conhecermos toda a estrutura de vocês”, agradeceu Maycon da Silva, associado de Itanhangá, que entregou a homenagem junto com Ilena Bortoluzzi.

“Nós é que agradecemos. Se não fossem vocês, nosso trabalho não serviria para nada. A coragem que vocês e todas as gerações atrás tiveram de comprar a ideia e aceitar o novo fez com que o Brasil se desenvolvesse”, respondeu Werneck, saudando à Aprosoja pela histórica parceria com a Embrapa. “E parabéns por continuarem mostrando conhecimento no campo técnico, científico, jurídico, administrativo e climático para que possam desenvolver o seu trabalho de maneira adequada. Estamos aqui para ajudar, somar e servir”, finalizou.

Os participantes da Academia de Liderança assistiram a palestras sobre a tecnologia Bioanálise de Solo (BioAS) para diagnóstico de saúde dos solos do Brasil, apresentada pela pesquisadora Ieda Mendes; e perspectivas da pesquisa da soja no cenário da agropecuária do Cerrado, proferida pelos pesquisadores André Ferreira e Sebastião Pedro.

Nos campos experimentais da Unidade, foram apresentados os temas Integração Lavoura-Pecuária-Floresta pelos pesquisadores Lourival Vilela, Karina Pulrolnik, Kleberson de Souza, Robélio Marchão e Roberto Guimarães Junior; mitigação de gases de efeito estufa em sistemas agrícolas com uso de plantas de cobertura, pela pesquisadora Arminda de Carvalho; trigo no Cerrado, pelos pesquisadores Jorge Chagas, da Embrapa Trigo, e Júlio Albrecht. A última apresentação foi da pesquisadora Maria Emília Alves, que falou sobre a Unidade de Referência de Manejo de Água (URMA II).





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