Veja as principais notícias no MODO STORIES
Fies: inscrições para edição do segundo semestre vão até 17 de julho
EUA podem ficar sem munições com novos ataques ao Irã, alerta especialista
A Argentina abriu uma vantagem avassaladora sobre europeus do que o Brasil neste…
Parasita que provoca 'diarreia explosiva' infecta mais de 2,8 mil pessoas nos EUA; investigação aponta alface como suspeita
Taxa da Prova Nacional Docente (PND) deve ser paga nesta terça-feira
Samsung Health: usuários que não compartilharem dados poderão ficar sem backup
Los Angeles Lakers fecham elenco com contratação de Ziaire Williams
Valor médio do transporte sobe 20% no 2º trimestre | Brasil
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Dino cita existência de “atacadistas de emendas” ao condenar deputados


O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou nesta terça-feira (17) a existência de “atacadistas de emendas”, que seriam responsáveis pela compra e venda de emendas parlamentares nos estados.

A declaração do ministro foi feita durante o julgamento no qual a Primeira Turma da Corte condenou dois deputados federais do PL e um suplente por corrupção passiva.

Relator dos processos que tratam da transparência nas transferências de emendas, Dino destacou que os parlamentares têm a função de indicar recursos para os estados.

No entanto, segundo o ministro, as indicações passaram a ser comercializadas ilegalmente, principalmente após a pandemia de covid-19, quando os repasses passaram a ser flexibilizados, deixando “sequelas institucionais”.

“O que está em questão é que se criaram autênticos atacadistas de emendas. Nós temos uma rede de varejo, que foi posta tradicionalmente no Brasil, se afirmaram figuras, em vários estados, quiçá, em todos, de atacadistas, que ocupam uma espécie de topo dessa rede, em que emendas são compradas e vendidas”, afirmou.

Julgamento

Por 4 votos a 0, a Primeira Turma formou placar unânime para aceitar a acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.

Conforme a acusação, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA) entre janeiro e agosto de 2020.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News