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Sétimo militar americano morto na guerra é repatriado em cerimônia solene


O sétimo militar americano morto no conflito com o Irã foi repatriado na noite de segunda-feira (9) em uma cerimônia solene na Base Aérea de Dover, em Delaware.

O sargento Benjamin Pennington, de 26 anos de Glendale, Kentucky, morreu no domingo (8) após sofrer ferimentos na semana anterior em um ataque do Irã à Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita.

Pennington era membro do 1º Batalhão Espacial, 1ª Brigada Espacial, uma unidade do Comando de Defesa Espacial e de Mísseis do Exército.

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, juntou-se a altos oficiais militares para acompanhar a solenidade da cerimônia.

Bandeiras foram hasteadas a meio mastro no Condado de Hardin em homenagem a Pennington.

O retorno de Pennington para casa ocorre apenas dois dias depois que seis soldados mortos na semana passada em um ataque de drone contra seu centro de operações no Kuwait também foram trazidos de volta para Dover.

Esses soldados, o major Jeffrey O’Brien, o subtenente Robert Marzan, o capitão Cody Khork, a sargento de primeira classe Nicole Amor, o sargento de primeira classe Noah Tietjens e o sargento Declan Coady, eram todos membros da mesma unidade de apoio logístico da Reserva do Exército, sediada em Iowa, o 103º Comando de Apoio Logístico.

O presidente Donald Trump, que compareceu à cerimônia de sábado, disse no fim de semana que o encontro com as famílias desses seis soldados não o fez repensar a guerra.

“Os pais me disseram, todos eles: ‘Por favor, senhor, vença esta guerra pelo meu filho’, e em um caso, uma jovem, como você sabe, disse: ‘Por favor, vença esta guerra pelo meu filho’”, disse Trump.

O presidente não compareceu à cerimônia de segunda-feira. Ele estava voando da Flórida para Washington, onde discursou para os republicanos da Câmara em seu encontro legislativo e concedeu uma coletiva de imprensa sobre a guerra com o Irã.

Trump e outros altos funcionários deixaram claro que provavelmente haverá mais baixas antes do fim das operações militares dos EUA contra o Irã.

Questionado no sábado (7) se achava que teria que participar de mais cerimônias de transferência de corpos, Trump respondeu: “Tenho certeza. Detesto… mas faz parte da guerra.”



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