Rahe chamou a atenção para o fato de que, na população em geral, a prevalência estimada do Transtorno do Espectro Autista (TEA) gira em torno de 1% a 2%. No entanto, entre pessoas atendidas por disforia ou incongruência de gênero, esse percentual é de 11%. Novamente, contextualizou como a diversidade enfrenta o preconceito:
