“Agora, tem o que a gente chama de benefícios secundários”, a ginecologista explica. “Pode ser que melhore meu humor, eu ando meio triste, meio depressiva, meu risco de diabete vai diminuir, meu risco de doença cardiovascular vai diminuir, minha qualidade de vida vai melhorar, meu ânimo, ou meu cansaço pode melhorar. Mas isso não são indicações. A gente não prescreve terapia hormonal para o cansaço, para a disposição. A gente trata os sintomas”, ressalta.
Terapia hormonal da menopausa: por que o medo supera o risco real










