Veja as principais notícias no MODO STORIES
Manu Bahtidão anuncia separação após relação de 11 anos: “Orem por mim”
Lote complementar do Abono Salarial começa a ser pago nesta quinta
Produção brasileira de grãos deve aumentar apesar do El Niño
Drogas são apreendidas em ônibus de MT que transporta pacientes
Carro cai em lagoa, mas mãe e filhos saem com vida em MT – FOLHAMAX
Conheça detalhes da regulamentação dos jogos eletrônicos no Brasil
FGV: 58,8% da população diz que está difícil conseguir trabalho
Vendas no comércio varejista têm variação de 0,1% em agosto
NOVA MUTUM CLIMA

DJ e outras cinco pessoas são presas por tráfico de drogas sintéticas em festas rave de MT




Policiais cumprindo os mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em MT
O DJ Tiago Moreira da Cunha Júnior, conhecido como Tigas, e outras cinco pessoas foram presas nesta sexta-feira (6), suspeitas de integrar um grupo especializado em tráfico de drogas sintéticas em festas de música eletrônica, em Cuiabá, Várzea Grande e Alta Floresta. As identidades dos outros envolvidos não foram divulgadas.
Nas redes sociais, Tiago se apresenta como produtor de eventos e fundador de uma empresa de produção de eventos, além de publicar diversos vídeos em que aparece atuando como DJ em festas.
O g1 entrou em contato com a empresa administrada pelo investigado, que informou que não irá se manifestar sobre o ocorrido.
✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp
Segundo a Polícia Civil, o DJ atuava como organizador de festas de música eletrônica, o que, segundo as investigações, criava um ambiente propício para a venda de drogas como ecstasy, LSD, maconha e cocaína.
Tiago Moreira da Cunha Júnior, conhecido como Tigas, se apresenta como produtor de eventos e fundador de uma empresa de produção de eventos
Redes sociais
As investigações apontaram ainda que dois dos seis suspeitos já estavam presos e tiveram novos mandados de prisão preventiva decretados pela Justiça. Ao todo, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e seis mandados de busca e apreensão domiciliar.
Segundo a Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), os pagamentos ao grupo eram feitos principalmente por meio de Pix, em contas de empresas e de pessoas usadas como “laranjas”, o que dificultava a identificação da origem dos recursos pelos órgãos de controle.
Além do tráfico de drogas, as investigações também apontaram que os alvos estariam envolvidos em negociações de armas de fogo, o que amplia a gravidade das infrações investigadas.
Drogas, armas e munições apreendidas pela Polícia Civil durante operação contra tráfico de drogas sintéticas
Reprodução



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News