“A novidade é que os autores mediram diretamente o monóxido de carbono exalado e encontraram que, mesmo entre pessoas que nunca fumaram, níveis mais altos se associam a um menor risco de Parkinson”, disse José A. Morales-García, pesquisador da Universidade Complutense de Madri, em comentário ao Science Media Centre España.
Monóxido de carbono é associado a menor risco de Parkinson; saiba mais










