Segundo a nota técnica do Ministério da Saúde, apoiada em dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e de outros órgãos, o fenômeno deve encharcar parte do Norte e do Nordeste, com risco de enchentes na Amazônia, e ao mesmo tempo secar o Sul e o Sudeste, com estiagem, queimadas e ondas de calor. No meio disso, uma constante: quase o país inteiro mais quente que o normal —e é o calor que mais tira o sono de quem guarda as doses.
A viagem gelada da vacina: como calor, enchentes e apagões ameaçam cada dose de imunizantes no Brasil










