A ideia é usar o próprio sistema de defesa do paciente para reconhecer e atacar as células doentes. Para isso, o mRNA carrega uma instrução genética que faz as células do paciente produzirem, elas mesmas, pedaços de proteínas encontradas nas células tumorais — chamados de antígenos. Ao “aprender” a identificar esses antígenos como uma ameaça, o sistema imunológico passa a atacar diretamente as células que os carregam, que são as células cancerígenas.
1º imunizante com mRNA nacional pode abrir caminho para vacina contra










