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Está instalado um clima de rivalidade entre as chapas de deputado federal da União Progressista e do Republicanos. A tensão cresceu depois da movimentação que tirou Fábio Garcia (União) da condição de vice de Otaviano Pivetta (Republicanos) e levou Gisela Simona para a vaga, embaralhando a montagem proporcional da federação. Com Fábio de volta à disputa para federal, Paulo José (PP) recuou do projeto, e o nome cotado para substituí-lo, o empresário Ednei Blasius (PP), também preferiu não encarar a eleição e declarou apoio a Nilson Leitão (PP), mantendo a chapa desfalcada. O incômodo aumentou porque Aline Félix, primeira-dama de Nova Mutum, era filiada ao União Brasil e foi liberada para disputar pelo Republicanos como candidata a estadual, mas acabou lançada a federal pela sigla. Na prática, o movimento reforça a chapa republicana e retira votos que antes eram contabilizados no planejamento da União Progressista. Como União Progressista, Republicanos e PL brigam por vagas nas sobras, cada baixa, troca ou puxada de apoio passa a ter peso de guerra interna.



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