Um esquema de produção e venda de anabolizantes falsificados investigado pela polícia tinha uma estrutura que começava na fronteira com o Paraguai e chegava a consumidores de diferentes estados brasileiros. Segundo a investigação, a organização envolvia laboratórios clandestinos, fornecedores de matéria-prima, distribuidores, vendedores pela internet e pessoas suspeitas de lavar o dinheiro obtido com as vendas.










