Essas proteínas funcionam como marcadores —substâncias que, medidas no sangue, sinalizam o que está acontecendo no corpo. Uma delas é o neurofilamento de cadeia leve, conhecido pela sigla NfL: ele vaza para o sangue quando os axônios, os fios por onde os neurônios transmitem seus comandos, são lesionados. Estudos anteriores já mostravam que o NfL aumenta nos meses que antecedem a doença.
Proteínas no sangue mudam anos antes da ELA e podem prever quando a doença vai começar











