Francisco Domínguez, coordenador de Pesquisa da Fundação IVI e chefe do Grupo de Biologia Reprodutiva e Bioengenharia em Reprodução Humana do IIS La Fe, considera que a revisão foi conduzida com rigor metodológico e confirma conclusões já sugeridas por estudos anteriores. Ele ressalta, porém, que a falta de evidências sólidas para a maioria dos add-ons não significa necessariamente que eles sejam ineficazes, mas sim que ainda faltam pesquisas de maior qualidade para esclarecer seus benefícios. Segundo o especialista, “a ausência de evidência sólida não sempre equivale a evidência de ausência de benefício”.











