Veja as principais notícias no MODO STORIES
Cacique Raoni é transferido de Mato Grosso para São Paulo
Parreira tem melhora no quadro pulmonar, mas segue em cuidados intensivos
Bióloga de MT recebe prêmio mundial por salvar primatas da extinção
Motorista perde controle da direção após falha nos freios e sofre acidente em Nova Mutum; veja vídeo
Sammy Sampaio, ex de Pyong Lee, anuncia segunda gravidez
NY Times elege o hino do Brasil o mais bonito entre os países da Copa
ABL reconhece obra de Cristóvão Tezza com Prêmio Machado de Assis
Servidora pública morre após motocicleta atingir cavalo em rodovia
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Parreira tem melhora no quadro pulmonar, mas segue em cuidados intensivos


O ex-técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira apresentou melhoras no quadro pulmonar, nesta sexta-feira (19). Ele está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano da Barra da Tijuca, na zona Sudoeste do Rio de Janeiro.

Segundo a unidade hospitalar, Parreira deu entrada na última quinta-feira (18), com um quadro de inflamação pulmonar. Apesar da melhora, ele ainda necessita de cuidados intensivos.

O treinador do tetracampeonato mundial do Brasil em Copas do Mundo, segue sedado e respira com auxílio de aparelhos. Até o momento, não há previsão de alta.

Ainda de acordo com o hospital, Parreira está sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista, Arthur Vianna, e a equipe assistencial e multidisciplinar do hospital.

Parreira e o linfoma de Hodgkin

Parreira tem um quadro de linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que começa no sistema linfático, um conjunto composto por órgaõs e tecidos que produzem as células responsáveis pela imunidade e vazos que conduzem células por meio do corpo.

A característica da doença é se espalhar ordenadamente, de um grupo de linfonodos para outro. A expansão ocorre por meio dos vasos linfáticos. A doença surge quando um linfócito (célula de defesa do corpo), geralmente do tipo B, se transforma em uma célula maligna, que é capaz de se multiplicar e disseminar.

Assim, a célula maligna passa a produzir, nos linfonodos, cópias idêniticas, que também podem ser chamadas de clones. Essas células podem também ir para outros tecidos próximos com o passar do tempo, e se não tratadas, atingir outras regiões do corpo.

Homens costumam ter maior propensão à doença do que mulheres. E ela costuma se originar com maior frequência na região do pescoço e na região do tórax.

*Sob supervisão de AR.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News