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Blitz da Lei Seca na Avenida do CPA fiscaliza 165 veículos e flagra 29 motoristas sem carteira de habilitação


Uma megaestrutura de fiscalização surpreendeu condutores em um dos principais corredores de mobilidade urbana da capital. O Gabinete de Gestão Integrada (GGI), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), coordenou mais uma edição da Operação Lei Seca na noite de quarta-feira (20). O bloqueio de trânsito foi montado de forma estratégica na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), resultando na abordagem de dezenas de motoristas e na detenção de um condutor por entregar a direção a uma pessoa não habilitada.

A força-tarefa mobilizou equipes especializadas para realizar vistorias veiculares e checagem de documentação em tempo real. Durante o período de saturação da via, os agentes de segurança fiscalizaram o total de 165 veículos e aplicaram 164 testes de alcoolemia (bafômetro). O balanço consolidado apontou a emissão de 38 Autos de Infração de Trânsito (AIT), chamando a atenção o fato de que nenhuma prisão por embriaguez ao volante com índice criminal foi registrada nesta edição.

Falta de habilitação lidera ranking de irregularidades cometidas por condutores na capital

Apesar da ausência de prisões por alcoolemia, os dados revelam um cenário preocupante sobre a formação e a regularização dos motoristas que circulam pela cidade. A ausência de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) liderou com folga o ranking de problemas flagrados pelos agentes, somando 29 notificações. A blitz computou ainda duas autuações por condução sob efeito de álcool (índice administrativo), uma recusa formal ao teste do bafômetro e duas infrações por veículos sem registro ou com o licenciamento anual atrasado.

A rigidez das penalidades administrativas resultou na apreensão e remoção de 31 veículos ao pátio credenciado do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT), sendo 30 automóveis e uma motocicleta. De acordo com os coordenadores do GGI, o recolhimento imediato de bens em desconformidade com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) é um mecanismo essencial para retirar de circulação potenciais causadores de acidentes de alta gravidade.

O balanço estatístico detalhado da ação integrada na Avenida do CPA inclui:

  • Volume de Abordagens: 165 veículos passaram pela triagem dos policiais e agentes de trânsito;
  • Testes de Bafômetro: 164 exames clínicos realizados para detectar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • Apreensões e Guinchos: 31 veículos removidos de circulação (30 carros e 1 moto);
  • Infração Majoritária: 29 motoristas flagrados dirigindo sem possuir documento de habilitação legal.

Força-tarefa une BPMTran, Semob e forças penais para coibir crimes de trânsito

O sucesso operacional e o tempo de resposta nas abordagens são reflexos diretos do modelo de integração adotado pelo Estado. A operação contou com a participação do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Corpo de Bombeiros, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e agentes de fiscalização da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).

As autoridades de segurança pública reforçaram que os pontos de bloqueio não são estáticos e que novas edições da blitz ocorrerão de forma itinerante e surpresa nos próximos dias, cobrindo bairros periféricos e avenidas de grande fluxo comercial. A meta da Sesp-MT é massificar a presença policial nas ruas para inibir a combinação de álcool e direção, além de combater a circulação de veículos com pendências criminais ou administrativas na Baixada Cuiabana.

Balanço Geral da Operação Lei SecaDados Consolidados da Fiscalização (2026)
Ponto de BloqueioAvenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA)
Total de Autos de Infração (AIT)38 notificações emitidas
Veículos Guinchados31 remoções (30 carros e 1 motocicleta)
Principal Irregularidade29 condutores flagrados dirigindo sem CNH

O balanço da última fiscalização na Avenida do CPA surpreendeu ao revelar que o maior problema nas vias da capital não foi a embriaguez ao volante, mas sim o volume alarmante de pessoas dirigindo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação, evidenciando uma falha crônica na formação de condutores e no respeito às leis básicas de trânsito, embora o alto custo para se obter o documento também seja apontado como um entrave. Você considera que as blitze da Lei Seca cumprem seu papel educativo e punitivo ao focar na apreensão de carros e aplicação de multas pesadas para quem está irregular, ou acredita que o Estado deveria facilitar o acesso à CNH Social no interior e na capital para reduzir o número de motoristas informais e focar as operações exclusivamente na caça aos condutores alcoolizados? Deixe sua opinião nos comentários.

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