Veja as principais notícias no MODO STORIES
Entenda o que é a 'mentalidade da longevidade'
Testei a nova Siri AI e posso dizer: ela realmente funciona
Inscrições para o Repesca seguem abertas até 25 de junho em Mato Grosso
Medo da radiação ainda afasta pacientes de exames que podem salvar vidas
Estratégia de Caiado foca em plano de governo fatiado para crescer
Carreta tem cabine destruída após colisão na BR-163 em Lucas do Rio Verde
NBA: Knicks faz maior virada da história das finais e se aproxima de título
Viúva e agricultora: quem era a influenciadora morta a tiros em Mutum – G1 – Globo
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

População não acredita mais no STF, que segue intocável, diz jurista


A população brasileira não acredita mais no STF (Supremo Tribunal Federal), enquanto os ministros da Corte permanecem insuspeitos e intocáveis dentro do Judiciário. A afirmação é do jurista e professor Wálter Maierovitch, durante entrevista ao programa WW.

Segundo Maierovitch, o resultado da votação do relatório da CPI do Crime teria sido diferente se o processo tivesse ocorrido no período da manhã, conforme estava previsto inicialmente. “É a primeira vez que vejo ministros do Supremo usando o direito de espernear. Espernearam, quiseram se intrometer, fizeram pressão”, declarou.

O jurista explicou que a CPI iniciou com o objetivo de apurar organizações criminosas violentas, passou para organizações financeiras e, posteriormente, migrou para o que ele chamou de “togas sujas”. “Por que migrou? Porque tinha elementos. Em primeiro lugar, a população não acredita mais no Supremo“, afirmou.

Críticas ao sistema judiciário

Durante a entrevista, Maierovitch criticou a falta de mecanismos para punir ministros do Supremo Tribunal Federal. “Ministros do Supremo são insuspeitos. Pode ter qualquer escândalo, pode acontecer qualquer coisa internamente no poder Judiciário, não há nenhum órgão para punir ministros”, destacou.

O jurista mencionou que a única possibilidade de punição seria por meio do impeachment, em casos de crime ou infração político-administrativa, como violação a deveres funcionais ou violação à Constituição. No entanto, o relatório da CPI acabou sendo arquivado.

Para ilustrar sua crítica ao cenário político brasileiro, Maierovitch fez referência ao escritor Mario Vargas Llosa, Nobel de Literatura, que em suas obras “Conversas no Catedral” e “A Festa do Bode” retrata ditaduras na América Latina. Segundo o jurista, o Brasil estaria vivendo em uma “república de bananas togadas”.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News