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Idosa sofre golpe de mais de R$ 750 mil de quadrilha em SP; três são presos


Uma idosa, de 78 anos, foi vítima de uma rede criminosa de São Paulo, especializada em aplicar golpes bancários, que a fez perder mais de R$ 750 mil. De acordo com a Polícia Civil, três integrantes do grupo foram presos nesta sexta-feira (20) durante a “Operação Cavalo de Tróia”.

Na ação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços em Osasco, na Grande São Paulo, e na zona leste da capital. Em um dos locais, um dos detidos foi encontrado enquanto tentava se desfazer de máquinas de cartão e celulares.

Já em outro endereço, foram apreendidos cartões bancários, celulares, computadores e um veículo. Além disso, um suspeito também foi localizado e conduzido a um imóvel em Osasco, onde ocorreu a apreensão de um veículo e de um relógio.

Como funcionava o golpe

De acordo com as investigações, o grupo teria usado uma procuração pública falsificada e um documento de identidade falso para movimentar valores em nome da idosa,  acamada há cinco anos e impossibilitada de ir ao banco.

Os trabalhos policiais apontam que foram feitas movimentações financeiras superiores a R$ 750 mil, com transferências e saques, além de tentativa de novos saques no momento da abordagem.

Até agora, a corporação teria identificado dez integrantes da rede criminosa. Os investigados teriam como modus operandi a utilização de documentos falsificados e de contas de terceiros com a pulverização de valores. O objetivo era dar aparência de legalidade às transações.

Os alvos foram localizados e, após análise dos materiais apreendidos, todos foram autuados por associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Falsa líder espiritual é indiciada por estelionato após golpe de R$150 mil

O caso ficou a cargo do 24º DP (Ponte Rasa) como cumprimento de mandado de busca e apreensão, associação criminosa, lavagem de dinheiro, estelionato e promover, constituir, financiar ou integrar organização criminosa.

Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), “as diligências continuam para identificar outros envolvidos, uma vez que parte expressiva dos valores foi dividida para beneficiários ainda não identificados.”



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