Veja as principais notícias no MODO STORIES
Flávio faz campanha em São Paulo; Lula teve ato em Belo Horizonte
Polícia Federal combate comércio ilegal de medicamentos e bloqueia R$ 35 milhões – Diário da Amazônia
Bernard analisa jogo do Atlético-MG e alerta: “Não repetir os mesmos erros”
Mulher trans desaparece após chegar do AC e ir para casa de suposto namorado em MT
Insônia pode elevar em 40% o risco de demência; saiba como tratar
Polícia Civil prende investigado por violência doméstica que descumpriu medidas protetivas
Guilherme Arana lamenta a eliminação do Fluminense: “Jogamos para c…”
VÍDEO: incêndio atinge quitinete e deixa prédio tomado por fumaça em Cuiabá
NOVA MUTUM CLIMA

Fugitivo do 8 de janeiro morre na Argentina, diz associação


A Asfav (Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro) informou que José Éder Lisboa, de 64 anos, condenado por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023, morreu na Argentina, onde estava fugitivo. Segundo a entidade, ele ficou internado por alguns dias antes de falecer.

De acordo com publicação nas redes sociais, ele deixou o Brasil após a condenação. A associação afirma que Lisboa atuava como adestrador de animais e estava afastado da família.

O caso ocorre em meio a outras decisões envolvendo investigados pelos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília. Na início do mês, a Conare (Comissão Nacional para Refugiados), da Argentina, concedeu asilo a Joel Borges Correa, de 47 anos, condenado no Brasil a 13 anos e seis meses de prisão.

Correa havia sido preso na Argentina em novembro de 2024, durante uma blitz na província de San Luis, enquanto seguia em direção à Cordilheira dos Andes. A extradição dele foi solicitada pela Justiça brasileira.

A Conare, que concedeu refúgio a Correa, é composta por integrantes dos ministérios argentinos das Relações Exteriores, da Justiça e do Interior. Além disso, é assessorada pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e organizações não governamentais, mas que não têm direito a voto.

Apesar de o governo afirmar que a decisão da Conare é autônoma, pessoas envolvidas com julgamentos de extradições argumentam que a decisão final é do poder Executivo.

Outros quatro brasileiros, cuja extradição foi determinada junto com Borges, aguardam a decisão da Conare em prisão domiciliar. Eles recorreram da decisão judicial à Suprema Corte do país.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News