Veja as principais notícias no MODO STORIES
Survodutida reduz gordura no fígado em quase 60% dos pacientes e marca virada na disputa das canetas para obesidade
PM impede a 70ª invasão de terra e apreende plantação de 5 mil pés de maconha em Luciara
Ancelotti faz teste com Endrick em treinamento, e titularidade contra Marrocos…..
PEC da 6×1 divide especialistas entre demanda social e cálculo eleitoral
Entenda o que é a 'mentalidade da longevidade'
Testei a nova Siri AI e posso dizer: ela realmente funciona
Inscrições para o Repesca seguem abertas até 25 de junho em Mato Grosso
Medo da radiação ainda afasta pacientes de exames que podem salvar vidas
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Xiaomi aposenta oficialmente a MIUI com últimas atualizações


A fabricante chinesa Xiaomi encerrou em definitivo o ciclo de uma das suas criações mais icônicas. A MIUI, interface da marca para o sistema operacional Android, deixou oficialmente de receber atualizações.

A MIUI já estava praticamente descartada pela companhia, que ao longo dos últimos dois anos trocou a skin por um sistema próprio, o HyperOS. Porém, dois dispositivos ainda não tinham atingido o status de end-of-live (EOL), ou “fim da vida útil”, em uma tradução direta para o português.

smart_display

Nossos vídeos em destaque

Os aparelhos em questão são o Redmi A2 e o Redmi A2+. Ambos estavam parados no Android 13 e receberam a última atualização de segurança em dezembro de 2025, com o patch V14.0.44.0.TGOMIXM fazendo correções de pequeno porte no dispositivo.

Porém, a data de EOL da dupla era 24 de março de 2026, a última terça-feira. Isso significa que, a partir de agora, todos os aparelhos da Xiaomi e de subsidiárias derivadas, como a Redmi, não terão mais qualquer suporte de sistema operacional e nem receberão qualquer tipo de atualização.

A trajetória de sucesso da MIUI

  • A MIUI foi lançada em agosto de 2010 como uma interface própria da companhia chinesa para o sistema móvel do Google. Ela foi criada antes mesmo do lançamento dos primeiros smartphones da marca.
  • Por anos, a MIUI foi mais parecida com o rival do Android, o iOS da Apple, em aparência dos ícones, menus e organzação de aplicativos.
  • A quantidade de atualizações com novos recursos e o suporte para modificações da comunidade fez ela ficar popular entre os usuários. A quantidade de temas disponíveis também agradou quem era fã de customização visual do sistema.
A última atualização da MIUI foi a 14, do fim de 2022. (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
  • No auge da popularidade em 2021, a MIUI chegou a acumular mais de 500 milhões de usuários ativos. Nesse período, a Xiaomi já era uma das cinco maiores fabricantes de celular do mundo em volume de vendas.
  • Apesar dos elogios, a MIUI também era criticada por algumas decisões contestáveis: o sistema adotou anúncios em locais como menus de navegação e vinha pré-carregado com uma série de ferramentas nativas ou de parceiras da Xiaomi.
  • A situação começa a mudar em 2023, quando a Xiaomi anunciou o HyperOS. A ideia do projeto não era apenas substituir a MIUI, mas também ser uma plataforma adaptável, para ser usada em outros produtos — como televisores e até nos carros elétricos da fabricante.

Atualmente, a companhia está em fases iniciais de disponibilização da versão estável do HyperOS 3.1, que é baseado no Android 16.

O que o TecMundo achou do Poco F8 Pro, novo celular da submarca da Xiaomi no Brasil? Confira o nosso review completo!



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Copa do Mundo 2026
Calculando...
Logo Alerta Mutum News