À primeira vista, pode parecer um aspecto mais técnico. No entanto, a velocidade da marcha é um dos indicadores mais consistentes de saúde no envelhecimento porque sintetiza, em uma única medida, o funcionamento integrado de múltiplos sistemas do organismo — neurológico, muscular, cardiovascular e de equilíbrio. Alterações nesse ritmo costumam refletir precocemente perdas nessas funções. Por isso, mais do que “andar melhor”, caminhar mais rápido está associado a menor risco de quedas, maior autonomia e melhor prognóstico funcional.

