De acordo com a coordenadora-geral do congresso, Guelda Andrade, o tema escolhido neste ano reforça que o Plano Nacional de Educação precisa ser debatido como instrumento para garantir o direito pleno à educação. Segundo ela, assegurar o acesso vai além da matrícula e exige permanência, qualidade e financiamento adequado. A dirigente defende que a aplicação de 10% do PIB na educação pública é fundamental para assegurar valorização salarial, melhores condições de trabalho e estrutura adequada nas escolas. “É esse investimento que garante piso para professores e funcionários, estrutura física e a permanência do estudante com qualidade”, destacou, ressaltando que as diretrizes aprovadas no congresso vão orientar a atuação do sindicato pelos próximos anos.

