Atualmente, o dispositivo já foi utilizado em mais de 400 cirurgias nos Estados Unidos, em casos de câncer de mama, pulmão, cérebro, ovário e pâncreas. Um dos centros que testam a tecnologia é o MD Anderson Cancer Center, referência mundial no tratamento da doença. No Brasil, o equipamento também está em fase experimental, com testes em hospitais como o Albert Einstein e a Unicamp.

