Segundo a Polícia Civil da Paraíba, ela é formada na Bolívia e atuava em Mato Grosso como um “hub de liquidez” na região de fronteira, sendo responsável por centralizar e movimentar valores obtidos com a venda de drogas em diferentes estados. Conforme as investigações, a médica teria recebido mais de R$ 10,9 milhões em um período de 29 meses.

