A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu dois suspeitos por tráfico de drogas na noite de sexta-feira (03), às 21h40, em Nova Mutum. A equipe de Cavalaria realizou a ação durante a Operação Centro Seguro, após receber denúncia sobre venda de entorpecentes em um bairro residencial.
A denúncia descreveu um homem com roupas escuras, boné branco e shorts com detalhe azul vendendo drogas nas proximidades de uma distribuidora. Durante patrulhamento, os policiais localizaram um indivíduo com as mesmas características e realizaram a abordagem.
Os militares encontraram quatro porções análogas à cocaína com o suspeito, de 22 anos. Questionado, ele admitiu a compra do entorpecente com um adolescente e indicou o endereço, permitindo a continuidade imediata da ocorrência.
Polícia localiza menor e apreende mais entorpecentes na residência
A equipe policial seguiu até o endereço informado e solicitou autorização à responsável pelo adolescente, de 15 anos. Após consentimento, os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram outras 20 porções da mesma substância.
A ação demonstrou a eficácia do trabalho ostensivo aliado à participação da população por meio de denúncias. A condução da ocorrência seguiu princípios de clareza e objetividade na apuração dos fatos, conforme orienta o manual de redação jornalística .
Os policiais encaminharam os dois suspeitos à delegacia. A Polícia Civil assumiu a investigação para identificar possíveis conexões com outros envolvidos no tráfico local.
Legislação prevê punições rigorosas e medidas para adolescentes envolvidos
A legislação brasileira enquadra o tráfico de drogas no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006. A norma estabelece pena de 5 a 15 anos de reclusão, além de multa. A Justiça aplica medidas socioeducativas ao adolescente, conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A lei considera tráfico quando há venda, transporte ou armazenamento de drogas, mesmo sem flagrante de comercialização direta.
Não. A polícia apreende o menor, e a Justiça aplica medidas socioeducativas previstas no ECA.
Qualquer pessoa pode ligar para o 181 ou 190. Não é necessário se identificar e o sigilo é garantido.

