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A cadeia produtiva do pequi em Mato Grosso vem passando por um processo de modernização e profissionalização por meio da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar-MT. O programa atua em todas as etapas, desde o planejamento gerencial e análise de custos até a orientação técnica para o cultivo e a comercialização.

O suporte começa na base, com o auxílio na produção de mudas e a recomendação de práticas como adubação, irrigação e manejo fitossanitário, garantindo que o extrativismo tradicional evolua para uma atividade agrícola sustentável e de alto rendimento.

De acordo com a supervisora da ATeG, Cristiani Santos Bernini, o grande diferencial da iniciativa é a integração entre a técnica de campo e a gestão do negócio. Ao organizar a produção e melhorar a qualidade do fruto, o Senar-MT ajuda o produtor a enxergar o potencial de mercado da agroindustrialização.

O acompanhamento abrange o ciclo completo, incluindo colheita, pós-colheita e beneficiamento, o que assegura maior segurança nas operações e melhor aproveitamento do produto final, elevando a rentabilidade das famílias no campo.

Um exemplo desse impacto positivo é observado no município de Terra Nova do Norte, na propriedade de Miriam Gladki Petrenko. Com o apoio dos técnicos de campo, a produtora conseguiu aprimorar o manejo pré-floral com podas e adubação corretas, o que resultou em um florescimento vigoroso e maior frutificação.

Hoje, com uma produção organizada e de qualidade, ela já avança na estruturação de sua própria agroindústria, comercializando produtos beneficiados e agregando valor ao pequi colhido em sua terra.

Atualmente, a fruticultura assistida pela ATeG já atende 826 produtores em 29 grupos distribuídos por Mato Grosso. O diagnóstico do setor indica que a atividade está em franca expansão e possui alto potencial de crescimento. Como próximos passos, o Senar-MT prevê ampliar as trilhas de conhecimento voltadas à fabricação de subprodutos, como conservas, licores, geleias e óleo de amêndoa. Essa estratégia visa consolidar o pequi como um pilar econômico regional, transformando o potencial natural do Cerrado em desenvolvimento industrial e social.

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