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Negociação sem trégua de Israel no Líbano mantém cessar-fogo em xeque


O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou que seu governo busque negociações com o Líbano “o mais rápido possível”, mas ponderou: as forças israelenses continuarão a atacar o território libanês.

Quero dizer a vocês que não há cessar-fogo no Líbano. Continuamos a atacar o Hezbollah com força e não vamos parar até que a segurança seja restaurada”, disse Netanyahu em vídeo nesta quinta-feira (9).

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O sinal verde de Netanyahu para conversas veio após o mais letal bombardeio israelense contra o Líbano no atual conflito em curso no Oriente Médio, o que fez o Irã colocar o cessar-fogo acordado com os Estados Unidos sob mediação do Paquistão em xeque.

Ao menos 303 pessoas morreram no Líbano em meio aos ataques de quarta-feira (8), segundo o Ministério da Saúde do país.

Mais ataques foram registrados nesta quinta-feira, tanto no sul do Líbano – onde Israel conduz uma operação de ocupação militar – e nos arredores da capital, Beirute.

A CNN apurou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a Netanyahu para que diminua os ataques contra o Líbano e negocie com o vizinho do norte sobre o desarmamento do Hezbollah.

Os Estados Unidos devem atuar como mediadores destas conversas entre Líbano e Israel e esperam realizar reuniões com ambas as partes a partir da semana que vem.

Porém, uma autoridade de alto escalão do Líbano disse sob reserva que o país busca um cessar-fogo antes de avançar para negociações mais amplas com Israel.

Ali Fayyad, um dos membros do Hezbollah com cadeira no Parlamento do Líbano, disse que o grupo rejeita negociações diretas com Israel e que o governo libanês deve exigir um cessar-fogo como condição prévia para quaisquer outras medidas com o vizinho do sul.

Horas antes do anúncio de Netanyahu, o presidente do Líbano, Joseph Aoun, havia dito que “a única solução para a situação no Líbano é conseguir um cessar-fogo entre Israel e o Líbano, seguido de negociações diretas entre eles”.

O presidente do Irã, Masoud Pezeskhian, disse nas redes sociais que a continuação dos ataques de Israel “tornará as negociações sem sentido”.

Pezeskhian fez referência a conversas entre Irã e Estados Unidos que devem ter início no sábado (11) em Islamabad, capital do Paquistão.

“Nossas mãos permanecem no gatilho. O Irã jamais abandonará seus irmãos e irmãs libaneses“, acrescentou.

O Paquistão diz que a suspensão dos ataques israelenses no Líbano fazia parte do cessar-fogo — o que tanto Israel quanto os Estados Unidos negam.

O Líbano pede por negociações desde que Israel lançou a atual ofensiva contra o Hezbollah. O grupo libanês realiza ataques contra o território israelense em apoio ao Irã desde o início da guerra.

O Hezbollah anunciou ataques contra infraestruturas militares israelenses na cidade de Haifa, no norte de Israel, nesta quinta. Sirenes foram acionadas em partes do país, inclusive em Tel Aviv, alertando sobre um ataque com míssil.

O Líbano não tem relações diplomáticas formais com Israel; e o atual governo libanês, liderado pelo primeiro-ministro Nawaf Salam, vem buscando desmilitarizar o Hezbollah, apesar da resistência do grupo. Ainda assim, Netanyahu vinha recusando qualquer pedido de negociação de Beirute.

Quase 1,9 mil pessoas morreram no Líbano desde o início da ofensiva de Israel, em 2 de março. O número de deslocados no país já passa de 1 milhão – cerca de um quinto da população do país.

* Com informações da CNN e da Reuters





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