Veja as principais notícias no MODO STORIES
Lula inaugura nova unidade da UFABC em Santo André
Prévia da carga tributária sobe para 32,4% do PIB em 2025
Brasileiros estão buscando educação financeira, diz especialista da Serasa
Alunos deixam escola para vender drogas e são detidos em MT; vídeo – FOLHAMAX
Jogador do Corinthians é pedido como titular da Seleção Brasileira na Copa do Mu…
México implementará modelo parecido com o SUS a partir de 2027
Quatro pessoas são denunciadas por abastecimento de combustível em garimpo ilegal na Terra Indígena Sararé
Professor comenta possibilidade de “imprevistos” em retorno da Artemis II
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Moraes determina prisão de réus do núcleo 4 da trama golpista


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (10) a prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi determinada após o Supremo declarar o trânsito em julgado do processo, ou seja, o fim de possibilidade de apresentação de recursos.

O grupo foi condenado pela acusação de promover ações de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e ataques virtuais a instituições e autoridades, em 2022.

O mandado que autorizou as prisões foi enviado ao Exército, que prendeu, nesta manhã, o major da reserva Ângelo Martins Denicoli, o subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida.

O policial federal Marcelo Araújo Bormevet já estava preso preventivamente e passará a cumprir pena definitiva.

A execução da condenação contra Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, não foi cumprida. Ele é considerado foragido desde dezembro do ano passado, quando foi alvo de um mandado de prisão preventiva.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O coronel do Exército Reginaldo Vieira de Abreu também não foi preso. Ele está nos Estados Unidos.

Ainda não há informações sobre o cumprimento da prisão do major da reserva Ailton Gonçalves Moraes Barros.

Defesa

Durante o julgamento do caso, ocorrido em outubro do ano passado, a defesa dos acusados defendeu a absolvição dos réus e argumentou que a acusação não descreveu atos criminosos que teriam sido cometidos.

 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News